Figueirense bate o Metropolitano com os juniores e conhece a primeira vitória na Copa Santa Catarina

Buenas!

A Copa Santa Catarina reservou uma rodada dupla envolvendo as três equipes do Vale do Itajaí nessa quarta-feira. Pela tarde, a primeira parada foi ainda pela Capital, no Estádio Orlando Scarpelli. Por lá, o Metropolitano visitou a equipe alternativa, sub-20, do Figueirense – ainda à noite o blog se faria presente no clássico entre Brusque e Marcílio Dias.

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O sub-20 do Figueira, comandado por Fábio Mathias, foi a campo com: Vitor Caetano; Alejandro, Wesley (Rique), Brunetti e Renner; Jean, Bruno, João Diogo e Guilherme; Carlinhos (Gabriel) e Matheus Lucas (Nicholas). (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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Marcelo Mabília escalou assim o Metrô: Igor; Paulinho, Elton, Persuhn e Rodolfo; Paulo Vinícius, Eduardo, Ari Moura e Cainan (Ruan); Alemão (Nathan) e Devid (Mike). (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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O trio de arbitragem foi composto por Richard Werner Floter, Eli Alves Sviderski e Fabiano Coelho da Silva. Moisés do Nascimento foi o quarto árbitro. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Tanto o Furacão do Estreito, quanto o Verdão do Vale, chegam a essa rodada, a terceira do Grupo A, em busca do primeiro triunfo na competição. Ambos, aliás, vêm de campanhas exatamente iguais: empataram na primeira rodada e perderam de forma traumática na segunda – o Figueira goleado pelo Joinville na Arena e o Metrô para o Hercílio Luz, em casa.

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Esquadras perfiladas para as execuções dos hinos nacionais e de Santa Catarina. Antes disso, como já é de praxe, foi executado o Rancho de Amor à Ilha – mesmo que no Continente -, hino oficial de Florianópolis. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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51 pessoas pagaram para assistir a peleja.(Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Esse começo semelhante e abaixo do esperado pode ser explicado pelos joviais elencos dos dois clubes. O Figueirense, naturalmente, por colocar o sub-20 para jogar a Copa. O Metrô, mesmo com uma equipe profissional, acabou perdendo alguns nomes importantes da conquista da Segundona – na qual O Cancheiro esteve presente – e apostou nas suas bem estruturadas categorias de base para compor o elenco.

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Elton, com 35, é a voz da experiência desse time do Metropolitano. Dos onze iniciais, o zagueiro, ídolo do Verdão, foi o único acima dos 23 anos. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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Fundamental para a conquista da Segundona, Marcelo Mabília permaneceu no comando do Verdão. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Por mais que parecesse jogo da base, a julgar pelos elencos, o duelo foi pegado e apresentou um bom nível, digno de futebol profissional. Os times começaram se estudando e só aos 20 surgiu a primeira grande chance de gol. E foi para os mandantes. Guilherme cobrou uma falta venenosa e Igor deu rebote; Matheus Lucas pegou a sobra, mas o arqueiro se redimiu e cresceu para cima do centroavante, efetuando uma baita defesa. O Metropolitano respondeu prontamente, em arremate do sempre perigoso Ari Moura.

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O duelo começou muito igual, com chances criadas pelos dois lados. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Se faltou emoção na primeira etapa, Persuhn tratou de colocar fogo no segundo tempo. O zagueiro, que já tinha amarelo, deu uma entrada forte em Matheus Lucas e, segundo a arbitragem, acertou o cotovelo no adversário e levou o segundo amarelo. Marcelo Mabília não entendeu assim e reclamou de forma descontrolada, indo para a rua mais cedo também – antes disso, ele sacrificou o centroavante Devid para pôr o jovem Mike, de 18 anos, na zaga.

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Mabília não aceitou a expulsão de Persuhn e também foi “convidado” a se retirar. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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Isaque Pereira, de ótimas campanhas na base e até no profissional, como na Série D do ano passado, assumiu o comando para a segunda etapa. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Com um a mais, o time do Estreito foi para cima e abriu fogo contra o adversário. Faltava pontaria, porém, para os mandantes abrirem o placar. O único que acertava a direção era Matheus Lucas, mas faltava força. Na sua melhor chance, o camisa 9 recebeu um passe por cobertura, às costas da marcação, mas, mesmo com espaço para dominar e bater, tentou acertar de primeira e furou.

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O Figueirense tentou de todas as formas, mas parou na própria ineficiência e na improvisada defesa composta por Elton e Mike – detalhe que um tem praticamente o dobro da idade do outro. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Sem uma referência na área adversária, o Metrô apostava nos arremates de fora da área. Aos 23, o ótimo volante Eduardo abriu para a canhota e pegou na veia, colocado e com força, mas a pelota caprichosamente fez um arco e explodiu no travessão. Em chute parecido, mas de direita, Gabriel teve uma melhor sorte: o meia pegou Igor adiantado e mandou no ângulo, de cobertura, marcando um golaço para enfim abrir o placar, aos 36 minutos.

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Gabriel entrou aos 26 e, sempre caindo bem pela esquerda, precisou de apenas 10 minutos para cortar para o meio e marcar um golaço. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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Já foi a segunda vez, em três jogos, que Gabriel deixou o seu após sair do banco. Foi dele o salvador gol de empate contra o Flu de Joinville, aos 47 do segundo tempo, na primeira rodada. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Nos cerca de dez minutos restantes, o Metropolitano bem que tentou buscar o empate na base do abafa, mas a diferença numérica pesou e o placar magro persistiu até o apito final. Péssimo resultado para os blumenauenses, que passam a mirar de longe a zona de classificação, seis pontos atrás do segundo colocado Joinville. Bom para o Figueira que, pelo contrário, se recupera na competição e entra na briga pela vaga.

A Copa Santa Catarina, entretanto, está apenas no começo. Faltam sete rodadas e ambas equipe seguem vivíssimas. O Figueira volta a campo, no próprio Scarpelli, no domingo, contra o líder e 100% Hercílio Luz. Já o Metrô tem a grande chance de desencantar na próxima terça, quando faz o clássico contra o Blumenau, no Complexo do SESI.

Para fechar a quarta de Copa SC e completar o trio do Vale, saímos do Scarpelli com destino a Brusque, onde o Quadricolor receberia o Rubroanil itajaiense, à noite.

Até a próxima!

 

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