Vasco do Jardim Paraíso não dá chances para o Internacional e leva o inédito título do Sul-Brasileiro para São Paulo

maOpa!

Depois do massacre do Metropolitano sobre o 12 Horas, O Cancheiro seguiu no estádio do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos para a partida decisiva do Torneio Sul-Brasileiro de Futebol Amador. O último jogo do quadrangular foi entre duas equipes com grandes chances de levarem o caneco: o anfitrião Vasco do Jardim Paraíso e o paranaense Internacional.

Vasco Jardim Paraíso

O Vasco do Jardim Paraíso, comandado por Ederson de Araújo, jogou a última rodada com Alan; Ninho, Jeremias, Mizael e Pestana; Wellington (Rodrigo), Clayton (Marcos), Júlio Cesar (Marcinho) e Duílio (Everton); Zambia e Mota. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Internacional Esporte Clube
Carlos Dedodato mandou o time de Campo Largo ao gramado com Clodoaldo; Brayan (Daniel), Edivaldo, Igor e Jefferson; Ritielly, Marcelinho, Mateus Gionédis (Jonas) e Willian (João Vitor); Greg (Paulo) e Felipe Matheus. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
Vasco x Inter
O quarteto de arbitragem foi o mesmo do primeiro jogo, só mudaram as funções: Demetrius Pinto Candançan foi o árbitro, Edislando Nunes Bernardo e Gilmar Alves da Silva os bandeirinhas e João Marcos Giovanelli o quarto árbitro. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

O escrete guarulhense, em especial, dependia apenas de si mesmo para ser o primeiro paulista a conquistar o torneio. As vitórias por 3 a 2 sobre o Metropolitano e 2 a 1 sobre o 12 Horas deixaram a equipe na dependência de apenas um empate para copar. O Internacional, que vem de uma goleada de 4 a 0 sobre o 12 Horas e de uma derrota de 2 a 0 para o Metrô, precisa ganhar e ainda tirar um saldo de três gols. Caso vença por dois ou menos, o título fica com o time catarinense.

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Público aumentou consideravelmente entre as duas partidas. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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Vale destacar e parabenizar a presença da Rádio Capital Sul, presença certa nos campeonatos amadores da Região Metropolitana de Curitiba. Foi a única emissora a mandar uma equipe para Guarulhos. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Ainda que o nível técnico da partida pudesse ter um certo prejuízo, já que os times iam para seu terceiro jogo seguido em menos de 72 horas, Inter e Vasco protagonizaram um ótimo primeiro tempo. As duas equipes estavam jogando de forma ofensiva, mas o placar só foi aberto aos 42, jogando um balde de água fria nas pretensões catarinenses e paranaenses. Ninho avançou com velocidade pela direita, cortou para dentro e finalizou; a bola foi prensada pela zaga, mas sobrou para o matador Mota só empurrar para as redes.

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Vasco conseguiu se sobressair e, pouco a pouco, construiu o placar. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Já desacreditado, o Internacional voltou para o segundo tempo sem muitas esperanças. Se, mesmo jogando bem na primeira etapa, não conseguiu marcar um gol, agora, tendo que fazer quatro em 45 minutos, é que a situação havia ficado complicada de vez. Para piorar, aos 5, Mota se abaixou e escorou um cruzamento, ampliando o placar e acabando com a esperança até dos catarinenses, que dependiam apenas de uma virada simples do Inter.

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Com os dois gols, Mota – o 10 – empatou na artilharia da competição com Alan, do Metropolitano. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Aos 15, gritos de “é campeão” já se ouviam das arquibancadas. Isso porque, em novo cruzamento, Everton cabeceou no segundo pau e guardou. A sorte também não contribuía para os sulistas. Em cobrança de falta, Ritielly pegou na veia e mandou uma paulada, mas a chance de descontar explodiu na trave.

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Torcida local comemorando e pegando no pé do fotógrafo aqui por ter escolhido fotografar o ataque do Internacional no segundo tempo. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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Ninho, do Vasco, foi um destaques da partida. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Com o placar já elástico, a lógica prevaleceu e o time de Guarulhos saiu campeão. A decisão, na real, já havia acontecido na primeira rodada, quando Metropolitano e Vasco se enfrentaram. Os dois melhores elencos e considerados favoritos fizeram um bom jogo, mas a equipe paulista saiu melhor. Depois só administrou nas partidas seguintes e fez a festa em casa.

Mais fotos:

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Cleiton acabou levantando a taça de prata. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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Invejável estrutura montada pela FPF, dando um caráter profissional à premiação. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)
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Festa guarulhense em casa. Vasco é o primeiro paulista campeão do Sul-Brasileiro. (Foto: Lucas Gabriel Cardoso)

Quatro dias, três cidades, dois estados, cinco pelejas, duas finais e oito times depois, enfim o feriadão d’O Cancheiro chegou ao fim. Tudo isso, no final das contas, valeu – e muito – à pena.

Só tenho a agradecer a todos que acompanharam toda essa loucura e convidar para que sigam acompanhando o blog em seus novos rumos. Aguante!

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